O uso de máscaras transparentes como alternativa para deficientes auditivos

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Com a pandemia da covid-19, o uso de máscaras e outros equipamentos de proteção individual (EPI ‘s) se tornou indispensável para o convívio em sociedade e obrigatório para o acesso a vários ambientes em todo o mundo. Desde o surgimento do vírus, o uso das máscaras é indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e se tornou um item fundamental, que, provavelmente, continuará sendo utilizado mesmo com o fim da crise sanitária.

No entanto, a obrigatoriedade de sua utilização também ocasionou algumas dificuldades na comunicação de pessoas com problemas auditivos, pela falta do apoio visual que a leitura labial proporciona. Além da proteção natural contra o vírus, as máscaras faciais transparentes surgiram para facilitar a comunicação entre os ouvintes e pessoas com deficiência auditiva, principalmente aqueles que ainda não utilizam a linguagem de sinais e se comunicam apenas através da leitura labial.

Ao contrário das máscaras tradicionais descartáveis ou de tecido, o modelo transparente permite a leitura labial, além de reparar expressões faciais, que facilitam bastante a comunicação, não apenas para pessoas deficientes auditivas. Apesar de ainda ser uma novidade e não parecerem tão acessíveis, é possível de se encontrar o modelo em diversos estabelecimentos comerciais ou empresas voltadas para pessoas com problemas auditivos.